COLETIVO PSICAÓTICA • CONSTRUINDO PERSPECTIVAS
Psicaótica — construindo perspectivas

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Terapia

Vista urbana com passagem subterrânea, fotografia apresentada como referência visual da página Terapia

Cada pessoa tem uma história, um impasse, uma pergunta diferente.

Na clínica, oferecemos um espaço de escuta cuidadosa para que você possa falar sobre o que está vivendo, compreender o que produz sofrimento e encontrar, junto com uma profissional, caminhos possíveis para atravessar esse momento.

Você pode conhecer as (os) psicanalistas do coletivo e entrar em contato diretamente com aquela (e) com quem sentir maior afinidade. Você encontrará o contato abaixo da foto de cada uma.

Se não souber por onde começar, também pode preencher nosso formulário de acolhimento gratuito. Após o preenchimento, algum de nós entrará em contato para marcar uma conversa online. A partir daí, ajudaremos você a encontrar uma profissional ou grupo que faça sentido para sua demanda.

Conheça os profissionais do coletivo

Psicanalistas

Foto de Leonardo Gomes

Leonardo Gomes

Psicanalista

Meu interesse pela psicanálise nasce da minha própria experiência em análise, desde 2015. Trabalho a partir de uma psicanálise contemporânea, com olhar crítico voltado para a produção de subjetividade no neoliberalismo e as formas de sofrimento da atualidade.

Minha atuação é atravessada por uma leitura atenta às questões de gênero, raça, classe, sexualidade e não-monogamia. Com uma escuta atenta em especial para a comunidade LGBTQIAPN+ e corpos dissidentes, entendo a clínica como um espaço ético de acolhimento, elaboração e potencialidades.

Atendo no formato online.

Foto de Yago Morais

Yago Morais

Psicanalista

Meus estudos em psicanálise começaram ainda durante a graduação em Filosofia. Inicialmente, realizei uma formação com base na obra de Freud, sem deixar de explorar outros referenciais teóricos importantes. Posteriormente, minha trajetória tomou novos caminhos e passei a me dedicar à psicanálise lacaniana, práxis que adoto atualmente em minha clínica.

Ao longo dessa trajetória, também busquei incorporar leituras e estudos que consideram as questões de gênero, raça e classe, por compreender que esses temas não estão desvinculados da experiência subjetiva e, consequentemente, da clínica psicanalítica.

Atualmente, faço parte da Lacato, uma comunidade de psicanálise lacaniana que, assim como eu, aposta na possibilidade de uma clínica que seja ativa, na qual o analista não se limita a uma posição passiva de escuta; humana, por não se submeter de forma acrítica a modelos e ideais europeus de psicanálise; e, sobretudo, comprometida com a ética da psicanálise.

Além dos atendimentos presenciais em São Paulo, na região de Pinheiros, e dos atendimentos online, também atuo como supervisor clínico e professor.

Foto de Loraine Gaino

Loraine Gaino

Psicanalista

Sou Loraine, psicóloga e psicanalista. Sou mulher, feminista e sei o que é carregar um gênero e um corpo que o mundo insiste em tratar como problema. Essa experiência atravessa tudo que faço na clínica. Atendo há mais de dez anos, com passagem pelo serviço público de saúde mental e tenho uma longa formação em psicanálise — com referências em Klein, Winnicott e Ferenczi. Procuro fazer uma escuta atenta às questões de sexualidade, gênero, raça e classe.

Tenho uma clínica composta principalmente por mulheres e pessoas LGBT.

Sou mestre e doutora pela USP, supervisora e professora em institutos de formação psicanalítica. Pesquisei e me interesso por temas como saúde mental de mulheres, gênero, sexualidade e corporeidades. Sou ativista antigordofobia. Entendo a clínica como um espaço de acolhimento, de descoberta de potências, assim como um espaço de construção de autonomia e ampliação de possibilidades de existência.

Atendo exclusivamente online.

Foto de Flora Nakazone

Flora Nakazone

Psicanalista

Gosto de pensar que meu primeiro contato com a psicanálise foi através de mulheres. Primeiro, foi a analista da minha mãe. Depois, foi a teoria feminista do cinema, que me levou ao pensamento freudiano. Estudei formalmente Midialogia (Unicamp) com intercâmbio em Cinema (UBI - Portugal), formação que me permitiu transitar entre a palavra e a imagem. Desse trânsito, vieram produções artísticas, e a psicanálise foi uma delas.

Sustento meus estudos em diferentes instituições e grupos desde o final da graduação. Me encantei especialmente por Winnicott, Lacan e pela esquizoanálise. Percebo minha prática clínica atravessada pelos campos da literatura, das artes e do feminino. Me entendo entre a escrita, a leitura e a escuta.

Atualmente, atendo no formato online e presencial na região de Perdizes em São Paulo.

Foto de Maju Chiozzini

Maju Chiozzini

Psicanalista

Maria Giulia Chiozzini é psicanalista, professora e pesquisadora. Graduada em Letras pela UNESP-FCLAr, hoje é doutoranda do programa de pós-graduação em Estudos Literários na mesma universidade, com pesquisa intitulada “A memória na encruzilhada: uma análise discursiva da Literatura do Candomblé”, orientada pelo Prof. Dr. Jacob dos Santos Biziak.

Sua pesquisa está centralizada na análise das memórias sobre o literário a partir de corpus literários orais de matriz africana, e nos entremeios entre Literatura, Decolonialidade e Psicanálise, esta última sobretudo no campo da formação de psicanalistas.

É membra do G.E.Di (Grupo de Estudos do Discurso), supervisora clínica e coordenadora de grupos de estudos com temas voltados para a contemporaneidade, vínculos e transferências na clínica psicanalítica. Compõe o Coletivo Psicaótica e é uma das transmissoras e produtoras do podcast “Freud não mandou áudio”, além de transmissora parceira no Instituto O'Semblante de Psicanálise. Compartilha semanalmente reflexões e trabalhos realizados em sua página do instagram, @escrituraclinica.

Atende no formato on-line e acredita numa Psicanálise transmatricial, literária, que se propõe a uma escuta atenta, cuidadosa e transformadora no diálogo com as artes e outras áreas do saber.

Foto de Frederico Teixeira

Frederico Teixeira

Psicanalista

Minha trajetória na psicanálise parte do estudo de Freud e Lacan e se amplia a partir do diálogo com diferentes autores e perspectivas que me ajudam a pensar a clínica e as transformações do sujeito no mundo contemporâneo.

Entendo a psicanálise como uma prática de escuta, mas também como uma forma de interrogar aquilo que muitas vezes aparece como natural ou inevitável.

Meu trabalho é atravessado por questões de sexualidade, gênero, relações, cultura e pelas formas de sofrimento produzidas pelo nosso tempo. Além da clínica, dedico-me ao estudo, à escrita e à reflexão sobre psicanálise e cultura.

Foto de Simonete Pedrosa

Simonete Pedrosa

Psicanalista

A rotina contemporânea e a complexidade das relações interpessoais frequentemente nos confrontam com angústias, desamparos e repetições dolorosas.

Como psicanalísta, dedico minha escuta à construção de um ambiente seguro e de cuidado, permitindo que adultos e adolescentes encontrem caminhos para integrar suas experiências, elaborar e ressignificar suas formas de se relacionar consigo e com o mundo. Minha prática clínica é atravessada pelas contribuições de Winnicott e Ferenczi, priorizando o acolhimento, a empatia e o afeto nas relação analítica. Atualmente sou integrante do grupo de estudos sobre a clínica do acolhimento e apego no Instituto Semblante.

Realizo atendimentos on-line. Um espaço ético, sigiloso e comprometido com o tripé (análise pessoal, supervisão e o estudo contínuo da teoria)

Foto de Naomi Lustosa

Naomi Lustosa

Psicanalista

Meu percurso com a psicanálise inicia através de estudos tanto nas universidades que frequentei (UFABC e Unesp) como também por interesse pessoal, além da minha própria experiência como analisanda desde 2014.

Ao longos desses anos, fui afeiçoando um olhar para discussões específicas como erotismo e pornografia, gênero e sexualidade da comunidade LGBTQIAPN+, questões raciais, não monogamia, amor e alteridade.

Por meio de um olhar crítico à contemporaneidade e suas questões, minha atuação clínica é transmatricial e se aproxima de artistas, pessoas queer, pessoas kinks e fetichistas, entre outros corpos dissidentes e discussões contra-hegemônicas. No espaço de análise busco ampliar e nutrir o processo com diferentes áreas do saber como artes visuais, artes do corpo e também da literatura.

CLÍNICA / ACOLHIMENTO

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